Hellen Lirtêz
EVITANDO A AZIA
Tenha um amor de cabeceira, daqueles que ficam perto a ponto de não precisar estender tanto os braços para senti-lo. Tenha um amor de cabeceira que te atenta de madrugada quando a insônia crônica chegar e seus olhos não quiserem se fechar Tenha um amor de cabeceira que sacie sua sede quando por água você procurar. Lembre-se, o amor deve ser de cabeceira e não de geladeira.
Texto publicado na antologia O Amor é Um Grito.
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